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Florais de Bach - Transformando os medos

Florais de Bach Os Florais de Bach atuam em 38 emoções do comportamento Humano e para cada uma delas existem 38 essências florais para auxiliar no equilíbrio e no estímulo da virtude oposta da emoção que está em desequilíbrio. Existem 5 essências florais para os medos e são as seguintes: MIMULUS é utilizado para pessoas que tem um medo definido. Sabem dizer e nomear seu medo tipo: medo de elevador, de viajar de avião, de falar em público, medo de perder o emprego, de errar. Quando a pessoa tem um medo bem definido ela pode tomar o Mimulus que lhe dará coragem para superar o medo em desiquilibrio. Também é utilizado para as pessoas que sentem vergonha. CHERRY PLUM é utilizado para pessoas que perdem o controle dos próprios atos, que explodem ou tem medo de explodir, Tem medo de enlouquecer, de perder a razão, de fazer algo terrível. Seus descontroles são comportamentais e podem se aprensentar na forma de compulsões alimentares, financeiras, TOC, etc RED CHESTNUT é utilizado p...

Terapia com Florais de Bach

Cada flor escolhida por Dr. Bach (médico que descobriu as essências)  tornou-se uma chave para trabalhar um processo de Transformação. Ela abre uma Porta para a Cura através de energias sutis que passam despercebidas por nós. Devido a minha busca incessante por novas técnicas de tratamento comecei a estudar os Florais de Bach com um certo ceticismo e curiosidade de como uma essência floral, diluída muitas vezes poderia ter algum efeito emocional em meus clientes. Na medida que fui estudando, analisando criticamente e fasendo uso das essências percebi uma alteração emocional em mim. Comecei a ficar mais tocada pelo tema, como se os florais absorvessem minha alma e me deixassem com a sensação de que estava ¨enfim em casa¨. Fiquei mais introspectiva, reservada e emocionada com o assunto. Após amplos estudos comecei a fazer a indicação das essências para meus clientes, ainda meio desconfiada de que realmente faria alguma alteração favorável. Percebi alterações sutis n...

O APEGO GERA SOFRIMENTO

Como pode o apego gerar sofrimento? Como posso viver se não me apegar as coisas? Corro o risco de ficar apático a vida pela falta de apego? O apego é uma forma de tentar manter as coisas como estão, mantê-las para si, querer que sejam eternas e que não sofram mutação.  Tarefa impossível e por ser impossível, gera sofrimento. Todas as coisas no mundo são impermanentes , isto quer dizer, tem dia e hora para acabar. Estão em constante mudança e seguem o fluxo natural de sua existência. Quando uma pessoa se apega a uma situação, a um evento em sua vida, ela passa a pensar, sentir e agir com foco nesta situação. A sensação que ela tem é que ela foi raptada por este algo. Seus pensamentos, ações, emoções giram em torno do fato ocorrido e ela não consegue se libertar. É muito fácil se apegar aos momentos, objetos, amores e a não querer que estes acabem. Queremos manter a felicidade, que ela não vá embora afinal, demorou tanto a chegar. É neste momento que ...

A psicopedagogia na rotina da criança TDAH.

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Publicação na Revista VIVER Curitiba em Fevereiro de 2011, falando um pouco sobre o papel do psicopedagogo na rotina da criança TDAH e sobre o enfoque que pratico com meus pacientes. por Sandra Santos - Revista VIVER Curitiba Para a psicopedagoga e terapeuta holística, Ana Claudia de Lima Koscianski, o diagnóstico do TDAH pouco importa para o seu trabalho com o paciente. "Isso porque meu enfoque está nas dificuldades reais da criança e em como corrigir estas limitações. É comum muitas pessoas apresentarem diferentes tipos de distúrbios e limitações, mas isto não as impede de ter emprego, família e vida normal", ressalta. O que fazer para que esta criança encontre o caminho do sucesso nos estudos e em sua vida no geral é o trabalho do psicopedagogo, que também identifica se ela está precisando de maturidade emocional, desenvolvimento do intelecto, estímulo psicomotor, dentre outras necessidades. "A correção ou o encontro de saídas alternativas para eventuais limitaç...

O príncipe infeliz

Era uma vez um príncipe que vivia em seu castelo cercado por muralhas e por obstáculos que o mantinham em absoluta segurança. Através de muitas batalhas, muito esforço e muito trabalho este príncipe enfim conquistou seu próprio castelo. La ele vivia com sua família  e executava todas as suas tarefas com muito esmero. Era um homem responsável, dedicado à família, trabalhava em suas obrigações de estado e com isto mantinha  financeiramente o castelo. Também era o organizador das atividades do castelo e da família e ainda, dava suporte emocional para todos que lá viviam. Como um príncipe legitimamente perfeccionista, assumia todas as atividades para que tudo fosse feito à sua maneira. Ignorava a possibilidade de delegar atividades a outros membros do castelo e com isso, sobrecarregava-se desnecessariamente. Também gostava de manter o controle sobre tudo o que ocorria com seus familiares e seus súditos. Inevitavelmente, sentia-se sempre cansado, sobr...

Como você se relaciona com o dinheiro?

Todo mundo quer ter dinheiro! Muito, pouco ou o suficiente para se manter. Trabalhamos o mês todo, estudamos durante anos, investimos na aparência, para melhorar nossas chances de ter uma vida mais tranqüila financeiramente. Apesar de a grande maioria de nós afirmarmos abertamente que adoraríamos enriquecer, ter dinheiro a rodo, poucos conseguem concretizar este sonho. Outros querem apenas uma vida de conforto, sem grandes exageros, mas também não o concretizam. E tem aqueles que odeiam o dinheiro, que o acham desnecessário e que é uma fonte de corrupção moral. Enfim, não importa qual é seu estilo, seus sonhos e ambições. O que você precisa levar em conta é se possui as ferramentas internas para alcançá-lo. O que são as ferramentas internas? São nossos valores e crenças em relação ao dinheiro. Desde que nascemos observamos o uso do dinheiro nas relações sociais e familiares e aprendemos com as pessoas próximas a nos relacionar com o dinheiro nos espelhando na forma como elas o ...

Donzelas Raptadas

As donzelas raptadas estão vivendo sob a influência do arquétipo do * mito grego Perséfone . Na atualidade são aquelas moças que desconhecem suas forças, vontades e potenciais e se deixam levar pela opinião e desejo de seus parceiros. Literalmente "raptadas", pois, quando abrem os olhos, já é tarde demais. Elas não escolhem os namorados e maridos, são eles que as escolhem. Como tem dificuldade em dizer não, quando percebem já estão casadas. Estão passeando na vida a espera de que o mundo trabalhe por elas. Muitas mulheres permanecem donzelas por toda a vida e não se comprometem com o trabalho e/ou estudos. Em todas as áreas da sua vida, nada do que se propõe a fazer parece ser com o objetivo de concretizar.  Esperam sempre que alguém conduza as suas realizações.          Equiparam sua feminilidade com uma conduta dependente e passiva.   Não é consciente de si mesma, não se analisa, não examina seus motivos e é...